Gestão de riscos

A WRAC demonstrará que falta de cuidados com os processos pode atingir diretamente o caixa de uma empresa e comprometer a gestão dos negócios. Erros administrativos, Furto, danos gerados pelo manuseio incorreto e problemas com fornecedores podem originar, entre outros fatores, as famosas PERDAS tão temidas para todos os seguimentos. Até o início dos anos 90 as instituições governamentais e não governamentais tinha, em sua gestão financeira, a principal fonte para obtenção de lucros. Essa operação se baseava na negociação com fornecedores de prazos elásticos para pagamentos das compras. Como o mercado de crédito ainda era promissor, as mercadorias eram, em sua maioria, adquiridas à vista pelos seus clientes, podendo disponibilizar o volume de dinheiro dos caixas, diretamente para o Banco e, obtendo dessa forma, a remuneração do seu capital investido.

Com o fim dessa ciranda financeira em razão da implantação do Plano Real, ocorreu a estabilização da moeda. Dessa forma, as instituições passaram a se preocupar com as operações que pudessem gerar eficiência na redução de despesas e recuperação dos lucros. Aliada as questões econômicas, a competitividade de mercado também é um fator preponderante para essa nova visão de negócio, no qual as margens de lucro passaram a ficar cada vez menores. A soma desses fatores fez com que as instituições fossem obrigadas a "olhar" para "dentro", isto é, a gestão tornou-se prioridade na pauta das decisões estratégicas das instituições. Esse novo modelo de gestão permitiu a identificação das causas que influenciavam diretamente na redução dos lucros; surgiu com as PERDAS. Hoje a Gestão de Riscos é tratada como uma metodologia e área de trabalho vital para o resultado de sua instituição.

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